Após 20 anos de atuação no mercado, a Associação de Marketing Promocional se transforma em sindicato patronal, com o nome de Sindilive – Sindicato das Empresas de Live Marketing. Na votação entre os associados, a aceitação da iniciativa foi geral, o que resultou em uma decisão unânime. “Trata-se de uma evolução natural da associação. O Live Marketing cresce a cada ano e o setor precisa de uma entidade que o represente de forma mais consistente. Como associação, só tínhamos voz para falar por um grupo de empresas associadas, já como sindicato podemos reivindicar oficialmente as necessidades de todo o setor, inclusive em questões judiciais ou administrativas.”, afirmou Kito Mansano, que foi escolhido como presidente do Sindilive, para dar continuidade ao trabalho que já desenvolvia à frente da Ampro.
Ao lado de Mansano, permanecem Ricardo Beato, como tesoureiro, e Mônica Schiaschio, como secretária-geral. “O formato da diretoria de um sindicato difere da de uma associação. As diretorias regionais continuam, mas passam a ser geograficamente reestruturadas, com um diretor e um suplente para cada região. Faremos o convite para que todos permaneçam”, explicou o presidente. A aprovação em assembleia dá o aval para que a documentação do Sindilive seja levada a cartório para a aquisição da nova personalidade jurídica, o que permite o imediato funcionamento da entidade como sindicato patronal. O próximo passo é a análise do Ministério do Trabalho e Emprego para a aquisição da personalidade sindical, processo que pode levar até um ano para ser concluído.
Segundo Mansano, não haverá grandes mudanças para os associados: “Por ora, daremos sequência às atividades, com a publicação do novo site, estatuto, regimento e código de ética. E formaremos uma agenda de encontros, com novos convites para que as agências tenham a oportunidade de trazer informações, necessidades e novas ideias”, esclareceu. As contribuições associativas também permanecem iguais, mas com o benefício de uma maior representatividade e a possibilidade de resultados mais consistentes em favor das reivindicações do mercado.


