Neste domingo, 26, data em que se comemora o Dia Internacional de Combate às Drogas, o Instituto Crack Nem Pensar (ICNP) lançará nacionalmente a campanha “Crack, nem pensar”. A parceria com Conselho Nacional de Justiça (CNJ) e o Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP) ressalta os efeitos nefastos da droga e orienta que, entre os usuários, são comuns casos de violência, de prostituição, de roubos e de assassinatos, dentro e fora de casa.
O principal argumento da campanha é o de que o crack é uma droga tão devastadora que pode viciar na primeira vez, provocando as piores consequências. As peças publicitárias em TV, jornal e internet visam a conscientizar o público e as autoridades sobre a importância de barrar o avanço desta droga e encontrar soluções. “A sociedade civil não pode ficar esperando que o Poder Público resolva todos os problemas, principalmente os mais complexos, que dependem de iniciativa e mobilização de todos. A ideia é mostrar a gravidade do problema, mas também apontar alguns caminhos que, necessariamente, passam pela mobilização e solução conjunta”, diz o presidente do ICNP, Marcelo Dornelles.
A campanha “Crack, nem Pensar” foi lançada originalmente pelo Grupo RBS em 2009 e mostrou o efeito devastador do crack e os malefícios físicos e psicológicos causados a quem experimenta. Assim, como já houve a mobilização no Rio Grande do Sul e em Santa Catarina, a veiculação não ocorrerá nesses dois estados. A campanha, que vai até o final de julho, terá oito inserções diárias nas emissoras de televisão parceiras do CNJ, além de revistas, jornais e sites nacionais.

