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Capital apresenta a menor taxa de desemprego para o mês de setembro

Variação positiva foi puxada pelo setor de serviços, que cresceu 3,2%

Desde o início da série da Pesquisa de Emprego e Desemprego – PED/Dieese – na Capital, em 1992, a menor taxa de desemprego para o mês de setembro, em Porto Alegre foi registrada em 2010. Houve incremento de 0,7% do contingente de ocupados. A variação positiva foi puxada exclusivamente pelo setor de serviços, que cresceu 3,2%. Houve redução do número de ocupados no comércio (-1,8%) e na construção civil (-9,1%). Na indústria, não houve alterações no índice. A geração de 5 mil postos de trabalho não foi suficiente para garantir a absorção de 6 mil indivíduos que entraram no mercado de trabalho, e aumentou o número de desempregados em mil pessoas.

Conforme divulgado no site da Prefeitura de Porto Alegre, a posição ocupacional que mais cresceu foi a dos trabalhadores assalariados do setor privado com carteira assinada, cujo contingente atingiu a marca de 8 mil. Em agosto, aumentos nos rendimentos médios reais e no emprego, tanto para assalariados quanto para ocupados, determinaram o aumento da massa de rendimentos reais para as duas categorias.

O índice de desemprego registrado em setembro de 2010 é menor do que o mesmo mês de 2009. À exceção de janeiro deste ano, a taxa de desemprego de setembro ratifica taxas menores do que as de 2009. Houve aumento de 19 mil trabalhadores assalariados. O aumento decorreu da contratação de 22 mil trabalhadores no setor privado com carteira assinada, contrabalançado por uma redução de 2 mil ocupados no setor público e de mil trabalhadores sem carteira assinada.

O nível de ocupação cresceu em função do setor de serviços, do comércio e da construção civil, que aumentaram a ocupação em 11 mil, 5 mil e 4 mil trabalhadores, respectivamente. Houve aumento de 3,9% e 4,1% nos rendimentos médios reais para ocupados e para assalariados, respectivamente. A massa de rendimentos reais ampliou-se, pois os rendimentos médios reais aumentaram tanto para ocupados quanto para assalariados. 

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