Conforme noticiado anteriormente por Coletiva.net, a Rádio Bandeirantes contou com o reforço da equipe de Porto Alegre na cobertura da Copa do Mundo, com transmissão local no prefixo 94.9 do FM. O time da emissora integrou-se à equipe de São Paulo, que já estava desde o fim de maio acompanhando a seleção brasileira e toda a movimentação do Mundial. Em exclusiva ao portal, o jornalista Carlos Guimarães fez um balanço do período do evento esportivo e relembrou momentos marcantes da competição.
Em matéria anterior, o profissional havia comentado que a participação tinha por intuito aproximar a transmissão do público local. Questionado sobre o resultado dessa estratégia, Guimarães avaliou a iniciativa de forma positiva e afirmou que ela alcançou o melhor resultado possível. “Ficamos conhecidos por um público novo e a audiência que acompanha a Bandeirantes Porto Alegre aceitou plenamente a cobertura com São Paulo encabeçando. O resultado foi o melhor possível”, comentou.
Segundo o jornalista, um dos diferenciais da cobertura em rede foi o sucesso dessa edição da Copa. “Também tivemos a força dos debates, que tiveram uma grande aceitação do público junto à nossa programação”, explicou. De acordo com o comunicador, uma das principais iniciativas foi incluir na programação debates específicos sobre a Copa, além da integração entre as praças da rede Bandeirantes.
Recordações
Para Guimarães, o momento mais marcante da cobertura ocorreu após a eliminação do Brasil. Segundo ele, a análise gerou grande engajamento do público. “Tivemos um apontamento crítico da derrota e os programas de debate tiveram grande audiência”, contou ao portal. Na avaliação do jornalista, o episódio reforçou o posicionamento da Bandeirantes como uma emissora que valoriza a crítica ao Esporte, tanto no cenário nacional quanto local.
Conforme o entrevistado, o principal aprendizado deixado pela experiência é que uma cobertura de Copa do Mundo precisa ser construída com identidade e autenticidade. “Não adianta a gente copiar o que faz, por exemplo, a Cazé TV. Nossa identidade já é marcada, e cada um tem a sua”, explicou. Na sua avaliação, emissoras que acreditam ser suficiente replicar estratégias adotadas por outros veículos acabam encontrando dificuldades.

