1. Quem é você, de onde veio e o que faz?
Meu nome é Bruno Franzmann, tenho 25 anos, sou natural de Porto Alegre e vivi – até agora – na nossa capital. Desde o início da carreira, atuei e me desenvolvi na área de marketing, tendo me graduado em administração pela Ufrgs e em Publicidade e Propaganda, com habilitação em Marketing, pela ESPM – além de, mais recentemente, estar em vias de concluir MBA em Liderança Estratégica de Negócios e Pessoas, pela mesma instituição. Ao longo da minha trajetória, que iniciou em 2005, passei por diferentes empresas de comunicação, como Grupo RBS e Elemidia. Nos últimos quatro anos, atuei no Grupo Amanhã, como gerente de Marketing e Audiência, de onde me desligo agora rumo a um período de desenvolvimento no Canadá e nos Estados Unidos.
2. O que você espera dessa experiência no exterior?
Espero agregar valor à minha experiência em diversos aspectos. Acredito fortemente que vivências no exterior, tanto em relação ao estudo como ao trabalho, proporcionam um processo de aprendizagem e desenvolvimento pessoal que por si só já justificariam o período. Fora isso, em cidades cosmopolitas como Toronto, na qual passarei a maior parte da minha estada, a troca de experiências entre as mais variadas culturas e nacionalidades é muito forte, apoiando no desenvolvimento da inteligência cultural, uma competência extremamente importante nos dias – globais – de hoje. Além disso, é claro, a fluência na língua inglesa e a vivência em universidades do exterior abrem novas possibilidades de desenvolvimento, seja através de relacionamentos ou até mesmo das novas opções de literatura que se abrem e se somam.
3. O que todo o profissional de Marketing deve saber?
Acredito que, cada vez mais, em função de todas as mudanças que estão acontecendo no mundo em todos os âmbitos – no caso de empresas de comunicação principalmente nos hábitos de consumo de mídia – a frase clássica de Sócrates, apesar de clichê, reforça sua importância: é preciso saber – e ter consciência – de que há muito ainda para se saber! É preciso correr e agregar muito conhecimento e experiência para se manter ao menos na briga. Não existem respostas ou fórmulas prontas.
4. O que mais lhe dá prazer na profissão?
Penso que é justamente essa mistura de arte com ciência. Ciência na medida em que há pouco – ou nenhum – espaço para erros, que o ROI (Return on Investment) pauta as decisões e que a coleta e análise de dados nos garante – e cobra – informações embasadas e, em alguns casos, até exatas para tomada da decisão. E arte, na medida em que decisões aparentemente óbvias e exatas em um momento, minutos depois podem se revelar extremamente equivocadas devido ao cenário totalmente incerto. Ou seja, mesmo com todo o aparato exato, a grande diferença entre o que funciona e o que não funciona na profissão acaba se revelando na criatividade, ousadia e intuição. E esse cenário em que tudo muda e surgem inúmeras novidades que precisam ser assimiladas – e em alguns casos filtradas – quase que diariamente me fascina.
5. Como te imaginas daqui a cinco anos?
Eu me imagino mais estruturado profissionalmente, mas ao mesmo tempo mantendo a curiosidade e a busca contínua por desenvolvimento e crescimento nessa profissão tão fascinante.



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