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Cinco perguntas para Gabriel Roberto Casara

Profissional é o novo head de Negócios do SBT RS

1 – Quem é você, de onde vem e o que faz?

Sou um gaúcho de Caxias do Sul, que já morou em muitos lugares. Vim para Porto Alegre com 17 anos para cursar Administração de Empresas na Ufrgs. Sou casado e tenho um casal de filhos, todos nascidos em Porto Alegre. Nos últimos anos, vinha atuando na área de negócios de uma empresa de SaaS americana, apesar de atuar a maior parte da minha carreira na gestão de negócios de comunicação. Meu histórico profissional se deu praticamente dentro do Grupo RBS (foram quase 18 anos no RS e em SC) e hoje sou responsável pela área de negócios do SBT no Rio Grande do Sul.

2 – Por que escolheu atuar na área de Marketing?

Foi um caminho natural em função de trabalhar sempre na indústria da comunicação. Na verdade, a minha formação inicial é em Finanças, onde comecei a trabalhar na área de Planejamento Financeiro Corporativo. Porém, quando fui trabalhar na área de Fusões e Aquisições, notei que a maioria dos planos de negócios que eu avaliava dependiam muito mais de premissas mercadológicas e de negócios do que efetivamente das técnicas de valoração financeiras. Foi aí que tive a iniciativa de buscar um MBA de Marketing para complementar minha formação. Desde então, sempre atuei na indústria de mídia e comunicação e, hoje, em função das experiências que tive, me considero um profissional com domínio de várias disciplinas.

3 – O que representa na sua carreira assumir como head de Negócios do SBT no Rio Grande do Sul?

É um passo muito importante na minha carreira. Eu não estava pensando em voltar à indústria quando apareceu a oportunidade do SBT, mas fiquei muito motivado com o plano de transformação que foi apresentado para mim. O Fred Müller (Diretor de Negócios e Marketing SBT) é um profissional que contempla experiência na área e ao mesmo tempo tem o olhar no futuro. O SBT tem e vem desenvolvendo várias iniciativas muito legais nas plataformas digitais, além de contar com uma audiência digital relevante e crescente. A possibilidade de participar de um projeto dessa magnitude é desafiador e gratificante.

4 – Como acredita que sua experiência contribui com a nova função?

Além da bagagem obtida em 18 anos na indústria de comunicação como gestor de veículos, trabalhei nos últimos três anos na indústria de tecnologia junto a empresas americanas que oferecem SaaS para veículos e anunciantes. Trabalhar com tecnologia e ciência de dados foi instrumental para eu aprender novas técnicas e processos de geração de negócios. O processo de venda de SaaS, por exemplo, é muito automatizado – uma tendência que está chegando forte nos veículos de comunicação. Então, acredito que eu possa implementar algumas metodologias e práticas aprendidas nos últimos anos nas nossas rotinas.

5 – Quais são os seus planos para daqui a cinco anos?

Primeiramente, ser parte relevante do processo de transformação digital do SBT. Acredito muito em deixar legados e gostaria de ser reconhecido como parte integrante de uma equipe que se tornou referência dentro e fora da empresa. O SBT tem conteúdos, plataformas e talentos para o desafio digital que se apresenta. Aproveitar essa condição para colocar a nossa operação regional em um novo patamar é um desafio para mim.

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