A internet como direito e a necessidade de avançar na construção de caminhos que apontem para a radicalização da democracia foram temas de destaque no Conexões Globais 2.0, nesta quarta-feira, 25, em Porto Alegre. As atividades começaram com uma série de oficinas para capacitar ativistas no uso de novas tecnologias para mobilização social. Às 16h, a Travessa dos Cataventos, na Casa de Cultura Mario Quintana (CCMQ), se transformou num espaço hiperconectado de diálogos globais, com a participação de mais de duas mil pessoas.
O primeiro debate tocou numa questão central para a #culturadigital: a internet como direito humano. Após um intervalo cultural, ao som do músico Cláudio Levitan, o segundo Diálogo Global trouxe para a arena de reflexão a revolução democrática do mundo árabe, que conquistou a adesão de novos países e utilizou a internet como plataforma a serviço da população. O cantor e ex-ministro da Cultura, Gilberto Gil, falou sobre os atos que marcaram 2011 como o ano das manifestações 2.0. Ao lado de Gil, participaram do debate o jornalista Antônio Martins e o coordenador-geral do Gabinete Digital do Governo do Estado, Vinicius Wu.
O Conexões Globais 2.0 é organizado pela Associação Software Livre em parceria com a Secretaria de Comunicação e Inclusão Digital e Secretaria de Estado da Cultura e segue até dia 28 de janeiro.

