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DCS rejeita acusações de envolvimento com financiamento político

Anúncio publicado pela agência contesta matéria da revista Veja

Em anúncio de mais de meia página publicado na edição de hoje dos jornais locais, a agência DCS rebate todas as afirmações de Magda Koenigkan, viúva do ex-chefe da representação do governo do Estado em Brasília Marcelo Cavalcante. À revista Veja, a viúva afirmou que despesas do comitê eleitoral da governadora Yeda Crusius foram custeadas pela agência gaúcha que, após a eleição, também teria arcado com despesas de recepções oferecidas por Yeda.

“Isto para mim é ficção. São coisas deste mundo de denúncias do qual não fazemos parte”, disse o diretor da DCS, publicitário Roberto Callage, que desde a manhã de sábado tem dado entrevistas à imprensa sobre o assunto. No “a pedido” que publica nesta segunda-feira, 11, a DCS afirma que a matéria publicada na revista Veja que está nas bancas “é um misto de ficção, inverdades e manipulação de fatos”, concluindo com o aviso de que “reserva-se o direito de tomar todas as medidas cabíveis, inclusive judiciais, na defesa de seu nome e de sua imagem construídos ao longo de sua história” de mais de 24 anos de atuação no mercado publicitário.

A nota afirma que a DCS não manteve relação ou contato com as pessoas nominadas pela revista; nunca realizou pagamentos de despesas de qualquer espécie na área política; jamais patrocinou quaisquer tipos de festas públicas ou particulares para qualquer governante; e “manifesta seu mais completo repúdio pela maliciosa matéria”, que feriu “os mais básicos princípios da ética, que devem orientar o jornalismo e a imprensa”.

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