Os estímulos à economia e os programas de qualificação da mão de obra no Rio Grande do Sul registraram os menores índices de desemprego da história nestes últimos quatro anos. Em 2013, a Fundação de Economia e Estatística (FEE) registrou a taxa de 6,4%para a região metropolitana, a mais baixa desde que o levantamento começou a ser feito, em 1993. O IBGE apontou Porto Alegre como a capital com o menor índice de desocupação no país, em mais de uma ocasião ao longo do período.
Os 537 empreendimentos negociados pela Sala do Investidor têm perspectiva de geração de 65 mil novos postos de trabalho no Estado, 18 mil deles já estão ocupados e outros 23 mil devem ser preenchidos nos próximos meses, com a conclusão das obras em andamento. A qualificação profissional também atingiu níveis recordes, a partir de 2011. Através do Pacto Gaúcho pela Educação e do Pronatec, que somou 241 mil matrículas em 2014, foram abertos mais 271 cursos de qualificação profissional em 370 municípios do RS.
A Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD), do IBGE, mostrou que, ano passado, a renda dos gaúchos cresceu quase o dobro da média do Brasil. Enquanto no país o salário teve uma elevação média de 3,84%, no Estado o aumento foi de 6,62%.
Este cenário resulta de um esforço do governo em recompor o salário mínimo regional, que em 2014 já é 20% superior ao nacional. Programas de transferência de renda também possuem participação neste resultado. O RS Mais Igual se transformou no maior programa de combate à extrema pobreza da história, concedendo um complemento ao Bolsa Família à população carente em 476 cidades, beneficiando mais de 100 mil famílias.

