O Diário Gaúcho teve um ano de intensificação na integração com os demais veículos do Grupo RBS. É o que declara o editor-chefe do impresso, Diego Araujo, ao mencionar, principalmente, a relação com os colegas da rádio Gaúcha, que passaram a ocupar o mesmo espaço físico no prédio da avenida Ipiranga, em Porto Alegre. Dentre os principais destaques de 2018, o jornalista mencionou que o impresso trabalhou com grandes bandeiras, o que, a seu ver, contribuíram para a melhoria de vida dos leitores.
Para citar exemplos, Araujo falou sobre reportagens que abordaram a capina de uma praça da periferia, a denúncia da falta de professores em escolas e a consequente reposição, e, até, a denúncia de um grupo de estelionatários que vendia casas e não entregava. Embora tenha havido uma troca de editor-chefe – antes era Carlos Etchichury, que foi para ZH – Araujo acredita que o trabalho “não sofreu grandes alterações de rumo, já que o Diário tem, no seu DNA, os conceitos básicos do jornalismo popular”.
Para ele, 2018 termina bem, com uma “circulação extraordinária, um público muito fiel e resultados positivos”. A respeito de metas, Araujo informou ao Coletiva.net que a previsão é fechar em linha com o que foi estabelecido para o ano, no entanto, não falou sobre números nem porcentagem. E, ao finalizar, projetou um crescimento de 2% no faturamento para 2019.

