Na e21, o ano passado foi “bem diferente”, de acordo com o diretor-presidente, Luciano Vignoli, em conversa com a reportagem de Coletiva.net. Isso se deve ao fato de a empresa estar recomeçando um processo de sucessão de comando, que não gerou resultados. No entanto, em 2023, a equipe da agência também pôde comemorar marcas, como a chegada de 16 novos contas e projetos bem sucedidos com clientes.
Segundo Luciano, há quatro pontos de destaque no ano passado. O primeiro foi a performance comercial da empresa, com os 16 novos clientes entre conquistas de atendimento full e também de jobs estratégicos. O segundo foram os cases construídos, como exemplo da erva-mate Baldo e a recuperação do patamar histórico da Escola Mario Quintana, que vinha de anos com diminuição nos alunos matriculados. “Dividimos os piores momentos da Cooperativa Garibaldi, em termos de imagem pela crise infundadamente gerada – quando a vinícola foi acusada de trabalho análogo à escravidão. Vencemos essa fase e conseguimos passar uma ideia de absoluta modernização da marca”, explicou. Ainda conforme Luciano, a agência conseguiu recuperar seu papel estratégico junto aos clientes, o que o deixa muito feliz.
O terceiro ponto diz respeito ao time. Luciano contou que ter hoje uma equipe jovem, unida, com garra e que busca melhorar a cada dia foi uma injeção de vitalidade na e21. “Por fim, conseguimos fazer a recuperação de nossa metodologia de atendimento, com solidez e consistência, baseada em um investimento pesado em treinamento, ferramentas e tecnologia”, relatou.
Recuperação
Luciano disse que a e21 completa seu 40° aniversário em 2024 e que há o costume de virar os anos sempre comemorando vitórias, porém, entre 2019 e 2020, foi iniciado um processo de sucessão no comando da agência, que não deu certo. “Contratamos conselheiros, consultores, seis diferentes gestores, investimos quase R$ 1 milhão nesse processo e deu errado. Recomeçamos, focados e intensos. Aproveitamos 2023 para limpar a casa e pôr as coisas no lugar.”
Conforme Luciano, no Brasil, cada ano é atípico e por causa disso procura olhar para as oportunidades que cada crise traz. “Por exemplo, em meio a guerras e conflitos, o Agronegócio brasileiro seguiu crescendo forte e batendo recordes. E seguirá assim. Estamos fortemente de olho nisso.”
Luciano contou que as metas comerciais da agência no ano passado estavam focadas em conquistar uma carteira de clientes renovada e ativa e já começaram 2024 conquistando a conta da Marcher, mais um cliente do Agronegócio, e com um job especial da Motormac. “Nesse sentido, estamos satisfeitos com o que fizemos. E, com base em uma carteira renovada, vamos crescer muito este ano. Vamos dobrar de tamanho. É a nossa previsão”, afirmou.
Por fim, Luciano disse acreditar que, em 2024, haverá forte crescimento do consumo, puxado pela diminuição de juros e outros fatores que o atual governo brasileiro prioriza. “Isso trará muitas oportunidades para quem fizer a leitura certa do momento.”
