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Elmar Bones e Adão Oliveira também falam sobre ética

Profissionais alertaram para o que consideram ‘jornalismo passivo’

O primeiro painel do Fórum de Debates da ARI, realizado na manhã desta sexta-feira, 6, também contou com a participação dos jornalistas Elmar Bones da Costa e Adão Oliveira. A palestra “Jornalismo Ético: Até onde o seu exercício é possível?”, conduzida pelo doutor em Comunicação e professor da Universidade de São Paulo, Manuel Carlos Chaparro, também apresentou os posicionamentos sobre ética e jornalismo dos profissionais gaúchos.

Observando a exposição de Chaparro sobre a “revolução das fontes“, Bones revelou que considera o movimento de chegada de informações às redações de “jornalismo passivo”, e advertiu que essa nova realidade jornalística acomodou as redações. “A consciência da importância do espaço público originou o crescimento das assessorias de imprensa que hoje demandam as redações”, avaliou.

Na opinião de Bones, o quadro pode ser modificado com a execução de pequenos projetos na área do jornalismo, que trabalhem na inserção da fala do público em suas produções e com a mudança de comportamento dos que atuam no “jornalismo ativo”, feito nas redações, através da busca de conteúdos noticiosos fora das agendas informadas pelas assessorias de imprensa. Adão Oliveira reforçou que todo o jornalista deve preservar a ética na profissão como qualquer outro profissional – sem cometer abusos ou crimes.

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