Reinvenção, adaptação e mudança de paradigmas. Estas foram as palavras utilizadas por Tiago Ritter, CEO da Holding Haus, para definir o ano de 2020. Mudanças foram provocadas pelo desenrolar da pandemia do novo coronavírus, algumas delas que devem permanecer na nova forma de atuar da agência, como o trabalho remoto. “A não obrigatoriedade de termos uma operação centralizada, dando liberdade para cada um trabalhar de onde quiser, é algo que veio para ficar”, destacou o gestor em entrevista exclusiva para o Coletiva.net.
Para que os colaboradores pudessem desenvolver suas tarefas em home office, a área de Recursos Humanos da empresa ouviu os profissionais e foi mantida a rotina de reuniões e conversas. Desta forma, acredita Tiago, a equipe chegou ao fim do ano unido e calibrada. “Olho para trás e me orgulho por termos conseguido atravessar este ano juntos. É algo que vamos carregar para sempre”, exaltou.
Outra alteração ocorreu na estrutura interna para manter os negócios rentáveis e melhorar a produtividade. Desse modo, a empresa terminou com saldo positivo no faturamento e cresceu com a conquista de novos clientes, como Ambev, HBO, Porto Seguro, Santander e Seres.
Por falar em conquistas, a maior delas em 2020, conforme o líder, foi a concretização de um negócio que já vinha sendo pensado havia anos: a aquisição da Holding House pelo Grupo Stefanini. O que, segundo o CEO, elevou o patamar da agência entre as empresas de comunicação do Brasil.
“Ganhamos força, capilaridade e conhecimento nas áreas de inteligência artificial e analytics – o forte do Stefanini. E o mais importante: mantivemos nossa independência na forma de pensar e agir em Propaganda”, explicou.
Com a resiliência mostrada pelo setor da Publicidade no período que passou e a vinda da vacina, o líder tem boas expectativas para 2021, tanto para a empresa quanto para o crescimento da economia. “Por parte da Haus, vamos trabalhar com uma projeção de crescimento alinhada ao mercado”, concluiu.

