Instalar unidades em Recife, ainda em julho, e em São Paulo, no final de setembro, são os planos imediatos de crescimento da Escala, que busca uma maior participação física considerando o fato de boa parte de seus clientes exigir uma inserção em nível nacional. No ano passado, 75% do faturamento da agência já foi feito além fronteiras do Rio Grande do Sul, o que levou à criação e ao desenvolvimento do conceito e da programação visual “Escala. Falando as línguas do Brasil”. Este foi o panorama apresentado hoje em encontro com a imprensa, do qual participaram os diretores Alfredo Fedrizzi, Kênia Couto, Miguel de Luca, Paulo Melo e Reinaldo Lopes e os colaboradores Cado Botegga, Karen de Farias e Márcia Fernanda.
Todos opinaram sobre o atual momento da agência, enfatizando o crescimento verificado nos últimos meses. Faturou R$ 170 milhões em 2005 e tem uma equipe de 170 profissionais, que deverão receber mais 50 colegas até o final do ano, com as novas unidades. Recife será criada a partir da aquisição de uma agência local, enquanto São Paulo será fruto de associação com dois publicitários. Hoje, segundo dados do Ibope Monitor, a Escala ocupa a 30ª posição no país e a primeira no Estado em volume de compra de mídia (confira aqui).
O diretor Fedrizzi voltou a enfatizar que a preocupação é perseguir o mais amplo conhecimento sobre todos os aspectos de cada canto do Brasil onde a Escala possa estar presente. A agência pesquisa muito, procurando identificar tendências para estar à frente de comportamentos. “Nossa postura é a de uma empresa em aprendizado constante”, afirmou, lembrando que a agência incentiva ao máximo a troca de idéias entre seus colaboradores, a ponto de estimular que tragam diferenciais dos locais que visitam, mesmo que em férias. Até no cardápio a ação é aplicada: o menu do almoço de hoje com jornalistas teve pratos inspirados na culinária do Espírito Santo, incluindo um bacalhau com banana e uma mousse de goiaba.
Reinaldo exemplificou os desafios enfrentados devido à diversidade cultural e comportamental do país. Uma celebridade como Adriane Galisteu faz o maior sucesso em São Paulo, mas tem pouca repercussão no Nordeste, por exemplo. Por isto, disse, “queremos nos colocar como uma agência que lida muito bem com esta diversidade. E nos posicionar como candidatos a ter mais contas importantes em nível nacional”.

