Em audiência pública, realizada hoje, para discutir a crise da Fundação Cultural Piratini Rádio e Televisão com a Comissão de Serviços Públicos da Assembléia Legislativa, foi concluído que há necessidade de realizar uma revisão do Estatuto da Fundação para adequá-la ao momento atual. Segundo o presidente, Rogério Caldana, o modelo de gestão da Fundação, que administra a TVE e a FM Cultura, está defasado em relação a outras empresas de comunicação do país, envolvendo todos os processos que compõem a estrutura das emissoras. “Todos os problemas já divulgados sobre a precarização das emissoras públicas são conseqüência do modelo que existe aqui dentro”, destaca Caldana.
O próximo passo é debater o assunto com os membros do Conselho Deliberativo da Fundação, em reunião marcada para a próxima segunda-feira, 15. O presidente enfatiza ainda que no encontro deverá ser dado início ao planejamento de ações para a realização deste objetivo.


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