A Vorbi, pelo segundo ano consecutivo, é o estúdio responsável pela gestão digital do Chisme Festival. Neste ano, a operação busca conectar estratégia, planejamento, criação, redes sociais, tráfego pago, e-mail marketing e apoio à venda on-line de ingressos. O trabalho acompanha o lançamento da terceira edição do festival, realizado recentemente.
Na edição anterior, a Vorbi atuou na estruturação de conteúdo, no planejamento editorial, na construção da narrativa digital e na articulação de collabs com artistas, influenciadores e perfis parceiros. A operação contribuiu para ampliar a presença orgânica do festival, fortalecer a relação com diferentes comunidades e sustentar a comunicação ao longo de uma campanha de quatro meses.
O resultado buscou acompanhar o crescimento do Chisme em Porto Alegre. O melhor desempenho percebido pela Vorbi foi associado ao envolvimento do público durante o ano, à base de influenciadores parceiros, à comunidade criada nas redes sociais, aos eventos de relacionamento, aos conteúdos colaborativos e ao espaço conquistado na imprensa.
Para este ano, a estratégia digital passa a trabalhar o Festival como uma plataforma cultural ativa ao longo do ano. O intuito é ampliar repertório, preparar o público para a conversão e organizar a comunicação em fases, da memória das edições anteriores ao lançamento, venda de ingressos, cobertura e pós-evento. “Um festival como o Chisme precisa de uma comunicação que funcione como sistema. O conteúdo apresenta o conceito, ativa a comunidade, organiza os públicos, cria desejo, apoia a venda de ingressos e gera aprendizado para as próximas decisões”, afirma Leonardo Dewes, fundador e diretor Criativo da Vorbi.
Atuação do estúdio
Segundo Leonardo, esse é o ponto em que o projeto se conecta ao posicionamento da Vorbi, de estruturar sistemas de marca para que a comunicação tenha consistência, função e capacidade de evoluir. Na prática, a operação busca reunir planejamento de calendário, definição de editorias, criação de conteúdos, roteiros, legendas, peças digitais, gestão de redes sociais, relacionamento com perfis parceiros, e-mail marketing, campanhas de mídia e leitura de desempenho.
O trabalho também inclui a organização da jornada digital de venda, visando conectar comunicação, públicos e a plataforma de ingressos. “O Chisme tem uma força cultural muito clara. Ele propõe uma leitura contemporânea sobre o Sul, a cidade e a América Latina. Isso se conecta diretamente com o pensamento da Vorbi: cultura dá contexto, design organiza e cada entrega precisa ter função”, comenta Dewes.
O profissional afirma que antes da conversão, a comunicação precisa fazer sentido para o público que o festival procura. Para ele, o Chisme faz parte de uma curadoria artística minuciosa, feita pela Gana&Voga, com artistas que fogem da fórmula pronta dos algoritmos e mostram outras construções sonoras possíveis. “Nosso trabalho também parte do repertório criativo, e é por isso que esse projeto conversa tanto com a forma como atuamos”, complementa Dewes.
A presença da Vorbi no Chisme busca reforçar a atuação do estúdio junto a projetos de Cultura e Entretenimento. Para o estúdio, festivais exigem uma comunicação que une conceito, serviço, conteúdo, comunidade e conversão. Cada frente precisa cumprir uma função: explicar, aproximar, vender, orientar, registrar e construir percepção.

