A queda do PIB gaúcho e a necessidade de um choque de iniciativa privada na gestão pública pontuaram o pensamento exposto pelo presidente da Federasul, Paulo Afonso Feijó. Cerca de 70 comunicadores participaram do encontro de confraternização realizado hoje ao meio-dia, e ouviram Feijó saudar o presidente da ARI (Associação Riograndense de Imprensa), Ercy Torma, pelos 70 Anos da entidade.
No cardápio, pratos sofisticados: filé mignon de boeuf em croûte a montmorecy e arroz cremoso com zuquine. Já o discurso foi duro: o presidente da Federasul bateu forte nas dificuldades enfrentadas pelo país, e adiantou que o cenário previsto pela entidade para o ano que vem mostra que a inflação “poderá voltar através de medidas populistas que, de forma oportuna, poderão criar a ilusão de aumento de renda quando se trata de um crescimento artificial”. Feijó entende que no Estado a situação ainda é pior, com previsão de ligeira queda no PIB para este ano de 1,4% e dificuldades no seu desempenho para 2006. Assim como a Fiergs e a Fecomércio já haviam feito esta semana, ele lembrou que está em gestão um projeto conjunto de sugestões de medidas para o governo gaúcho.



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