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Guilherme Macalossi destaca integração da Band RS em debate fora da sede

Operação na Fiergs aproximou cobertura do público e reuniu televisão, rádio e plataformas digitais em transmissão simultânea

Segundo Guilherme Macalossi, o cidadão esteve no centro das decisões adotadas para a cobertura. - Crédito: Coletiva.net.

A integração dos veículos da Band RS ganhou uma nova dimensão com a realização do debate entre os candidatos ao Governo do Estado fora da sede da emissora no último domingo, 9. Em entrevista ao Coletiva.net, o gerente de Jornalismo das rádios Bandeirantes e BandNews FM Porto Alegre, Guilherme Macalossi, destacou que a operação na Fiergs aproximou a cobertura do público e reuniu televisão, rádio e plataformas digitais em uma transmissão simultânea.

Tradicionalmente realizado dentro da estrutura da Band, o programa contou com a presença de lideranças políticas, empresariais e de entidades sociais. Para Macalossi, a mudança permitiu que diferentes representantes da sociedade acompanhassem de perto a movimentação dos candidatos.

Segundo o jornalista, o cidadão esteve no centro das decisões adotadas para a cobertura. A proposta foi utilizar a presença do público e a integração dos veículos para ampliar o acesso às informações apresentadas pelos candidatos durante o primeiro debate televisionado das Eleições 2026 no Rio Grande do Sul.

Olhar capilarizado

A transmissão envolveu Band TV, Rádio Bandeirantes, BandNews FM Porto Alegre e plataformas digitais. Embora o trabalho conjunto já faça parte da rotina do grupo, a realização do programa fora da sede exigiu uma articulação específica entre jornalistas, equipes técnicas e diferentes plataformas.

“A rádio entra na TV e a TV entra na rádio”, resumiu Macalossi. No pré-debate, a cobertura reuniu profissionais dos diferentes veículos, enquanto os repórteres produziram conteúdos aproveitados tanto nas emissoras quanto nos canais digitais.

Além das transmissões ao vivo, uma equipe acompanhou os bastidores e publicou cortes do programa em tempo real. O trabalho buscou ambientar quem não estava na Fiergs e ampliar a circulação dos principais momentos nas redes sociais. “Essa integração proporcionada pelas redes sociais, que muitas vezes ficava em terceiro plano em uma cobertura clássica de rádio e TV, esteve muito presente”, avaliou.

Desafios logísticos

A experiência acumulada em outras operações integradas serviu de referência para o planejamento. Como exemplo, o gerente lembrou a cobertura das enchentes no Rio Grande do Sul, quando as emissoras interromperam suas programações e criaram um programa multiplataforma com quatro horas de duração.

No debate, o principal desafio logístico foi transportar a infraestrutura necessária para a Fiergs sem comprometer o padrão técnico. “É preciso que cada cabo esteja no lugar certo para fazer a transmissão com o máximo de qualidade. Rádio é som, TV é imagem, e os dois precisam estar calibrados, ainda com o desafio adicional da internet”, afirmou.

Para Macalossi, apesar da dimensão do evento, a operação precisava funcionar, antes de tudo, como um programa jornalístico. “Quando se leva toda a infraestrutura para longe da sede, que é muito mais confortável, o desafio é entregar um produto tanto do ponto de vista jornalístico quanto técnico”, destacou.

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