‘O digital limita ou liberta?’. Este é o tema do 34º Fórum da Liberdade que visa a discutir o impacto das redes sociais na liberdade de expressão. Marcado para os dias 12 e 13 de abril, o evento será realizado de forma híbrida, ou seja, parte presencial, parte on-line. Os associados do Instituto de Estudos Empresariais (IEE), organizador do encontro, poderão assistir às palestras presencialmente, respeitando os protocolos de segurança sanitária que estarão vigentes. Já o público em geral terá acesso ao streaming ao vivo. Uma novidade deste ano será a transmissão simultânea interconectada de seus espaços em Porto Alegre e São Paulo.
A temática se relaciona com o momento vivido pela sociedade em relação à pandemia e ao impacto da tecnologia no cotidiano. Afinal, se, por um lado, as mídias permitiram uma maior conexão, produtividade, competitividade de negócios estabelecidos, por outro, a tecnologia pode também provocar bolhas de informação e desinformação, ameaça à privacidade e riscos de tendências à concentração de mercado nas áreas tecnológicas.
Conforme a presidente do IEE, Júlia Evangelista Tavares, o debate deste ano vem ao encontro da ideia do Fórum de propor assuntos relevantes e atuais. “Rapidamente, as mídias sociais assumiram um papel essencial no nosso dia a dia profissional e pessoal, potencializado com a pandemia, e nossa proposta é refletir o quanto isso pode impactar a vida em sociedade. A hiperconexão veio para ficar. Precisamos conviver harmonicamente com ela e, ainda assim, preservar nossas liberdades individuais”, afirma.
O Fórum da Liberdade foi criado em 1988 pelo IEE, tendo reunido mais de 80 mil pessoas nestas edições. Já participaram do evento cerca de 400 palestrantes de 25 países, sendo cinco agraciados com o Prêmio Nobel, e foram produzidas mais de 500 horas de conteúdo.

