Mesmo tendo faturado, em 2008, 2,1% a mais que em
“O drama é como pagar as máquinas compradas em dólar e euros e que sequer chegaram aqui ainda. Isso é um passivo a ser absorvido”, avalia o presidente da Associação Brasileira da Indústria Gráfica (Abigraf), Alfried Plöger. Ele ainda afirma que a previsão da entidade é de que, neste ano, o faturamento chegue a R$ 24,2 bilhões. “Devemos crescer como o PIB. Nosso setor é aderente a ele”, expõe Plöger.
A balança comercial registrou saldo negativo de US$ 114,2 milhões no ano passado. “Exportamos muito para os Estados Unidos, em sua maioria cadernos e embalagens micro-onduladas. Os americanos estão em recessão há 11 meses. É claro que sentimos essa retração”.
Para o presidente da Abigraf, o Dia do Gráfico, comemorado neste sábado, 7, é para ser lembrado pelo “importante papel que esses profissionais exercem na sociedade”, mesmo que o novo ano seja difícil. O setor gráfico, com 200 estabelecimentos no Brasil, reúne cerca de 19 mil empresas no Brasil, totalizando 209 mil funcionários.

