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Inflação diminui na terceira prévia de abril

Alimentação, Educação e Vestuário registraram menor preço no período

A Fundação Getúlio Vargas (FGV) divulgou nesta segunda-feira, 25, a inflação medida pelo Índice de Preços ao Consumidor – Semanal (IPC-S), que foi de 0,80% na quadrissemana encerrada em 22 de abril (terceira prévia do mês). O resultado indicou uma desaceleração ante a taxa de 0,83% registrada na prévia anterior. A principal contribuição para a taxa menor registrada pelo IPC-S, que passou de 0,83% para 0,80% entre a segunda e a terceira quadrissemanas de abril, partiu do grupo Alimentação, cuja variação desacelerou mais uma vez, saindo de 1,10% para 0,91% no período.

Entre os itens do grupo ‘Alimentação’, hortaliças e legumes desaceleraram a alta de 5,83% para 3,71%. Nesse quesito, as maiores reduções foram verificadas no tomate (de +0,20% para -12,77%), limão (de -13,84% para -14,10%), laranja-lima (-13,23% para -16,14%), abacaxi (-3,20% para -5,80) e maracujá (de -20,64% para -14,59%).

Em compensação, entre as maiores altas do período verificadas no âmbito do IPC-S, figuram três itens alimentícios, ao lado da gasolina (de 3,76% para 4,66%) e do álcool combustível (de 14,01% para 12,59%). São eles: batata-inglesa (de 19,51% para 20,88%), leite tipo longa vida (de 2,65% para 3,29%) e cebola (de 30,42% para 22,03%).

Ao lado do grupo ‘Alimentação’, outras duas das sete classes de despesas do IPC-S registraram desaceleração da alta de preços: ‘Educação’, ‘Leitura’ e ‘Recreação’ (de 0,48% para 0,36%) e ‘Vestuário’ (de 1,08% para 1,06%). Entre os destaques, o item passagem aérea saiu de uma alta de 4,99% para +3,08%, enquanto as roupas femininas passaram de +1,73% para +1,48%.

Em contrapartida, subiram as variações de preços nas classes ‘Despesas Diversas’ (de 0,34% para 0,53%), ‘Transportes’ (de 1,71% para 1,82%), ‘Saúde e Cuidados Pessoais’ (de 0,81% para 0,87%) e ‘Habitação’ (de 0,35% para 0,38%), com destaque para cigarro (de 1% para 1,57%), medicamentos em geral (1,29% para 1,71%) e tarifa de eletricidade residencial (0,28% para 0,45%).

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