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Jornalista conta história do Mercado Central de Pelotas em livro

Klécio Santos apresenta a trajetória do mais antigo ponto de comércio pelotense

A retomada do desenvolvimento de Pelotas, pós Revolução Farroupilha, coincide com o surgimento do Mercado Central. Em 1846, a Câmara Municipal autorizou a compra do terreno na zona central e, em 1849, teve início a edificação do prédio. São quase 170 anos de história reconstituídos na obra “Mercado Central – Pelotas 1846-2014, do jornalista Klécio Santos. O livro será lançado nos dias 1º, 4 e 9 de dezembro, às 19h no Bah (Av. Diário de Notícias, 300), em Porto Alegre; às 19h no Mercado Central de Pelotas e às 19h na Livraria Vanguarda (Shopping Pelotas), respectivamente.

O livro é resultado de dois anos de pesquisa, e traz detalhes e curiosidades sobre a vida dos autores dos primeiros rascunhos do projeto de construção: Rafael Mendes de Carvalho, desenhista e caricaturista, e o arquiteto Roberto Offer, cuja planta foi adotada, e que também foi um dos pioneiros da fotografia no Estado. A obra traz ainda relatos de viajantes que retrataram o Mercado em suas passagens pelo Sul. Recupera o período em que o Mercado era palco de apresentações mambembes e celebridades da época como a equilibrista Maria Spelterini, a primeira mulher a cruzar as cataratas do Niágara.Postal Mercado Público Municipal  SM_nov14

O trabalho conta com fotos exclusivas de Paulo Rossi, que retratou as obras e a vida interior do local nos últimos anos. O projeto gráfico do livro leva a assinatura do designer Flávio Wild, tem patrocínio da Souza Cruz, financiamento da Lei Federal de Incentivo à Cultura. Apoio da Celulose Riograndense, Bibliotheca Pública Pelotense e Prefeitura Municipal de Pelotas. A produção executiva é da Maestra Comunicação e Cultura, com apoio local da Ato Produção Cultural e Voto.

Graduado em Jornalismo pela Universidade Católica de Pelotas (UCPel), com especialização em Patrimônio Cultural no Instituto de Letras e Artes (ILA) da Universidade Federal de Pelotas (UFPel), Klécio foi correspondente, colunista de Zero Hora e Diário Catarinense, editor-chefe da Sucursal em Brasília e executivo do Grupo RBS entre 1995 e 2014. Antes, atuou nos jornais Agora (Rio Grande), Diário da Manhã e Diário Popular (Pelotas) e Correio do Povo (Porto Alegre). É autor de Sete de Abril, o teatro do imperador, lançado em 2012 pela editora Libretos.

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