Peculiaridades da vida do escritor Albert Camus ilustram a coluna de José Antônio Moraes de Oliveira nesta semana. Ele escreve: “A visão crítica de Albert Camus, como um estrangeiro onde quer que estivesse, foi traço constante em sua obra. Nascido na Argélia, viveu à sombra de pobreza, doenças e tragédias. Seu pai morreu na França, na I Guerra e o bairro operário, onde a família vivia em Argel, assistiu ao massacre de muçulmanos, na guerra de descolonização da Argélia.” Leia a íntegra em “Um estrangeiro”.
As dificuldades de interpretação de texto refletem até mesmo na política, defende Luiz Guilherme Melo, no artigo “As causas do analfabetismo funcional”. “O analfabetismo funcional, ou seja, saber ler, mas não captar integralmente o teor do que lê, deve ser encarado como um câncer a ser combatido porque causa, em parte, o empobrecimento do debate público, assim como a ascensão de figuras públicas deploráveis (que não vou nomear aqui porque eles já têm publicidade o suficiente). E é um desafio a ser encarado tanto quanto a erradicação do analfabetismo”, escreve.

