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Tem as colunas de Ernani Ssó, Mario de Almeida e Fraga, e mais um artigo

As mortes ocasionadas pela polícia e aplaudidas pela população são objeto de reflexão do colunista Ernani Ssó. “A alegação é a mesma, sempre: era bandido, portanto é melhor morto, como dizia dos índios Philip Henry Sheridan, general americano de triste memória, como quase todos os heróis deles. Talvez fosse bom a gente pensar um pouco: como um policial, no meio da rua, pode saber que alguém é um bandido se o camarada não está com uma arma na mão assaltando ou matando alguém, ou não tem um cartaz pendurado no peito e outro nas costas com letras garrafais: sou bandido? “, escreve em “Elementos em atitude suspeita”.

Em sua coluna, Mario de Almeida aborda a relação entre Marco Polo Del Nero, presidente da Confederação Brasileira de Futebol (CBF), e José Maria Marin, ex-dirigente da entidade. “Del Nero substitui José Maria Marin, o ex-presidente preso na Suíça, junto com outros altos dirigentes do futebol internacional. Já Del Nero que, como atual presidente da CBF, deveria acompanhar os jogos da nossa seleção no exterior, de acordo com a nossa imprensa, temeroso de ser preso fora do Brasil, delega a representação a outros dirigentes.”

cartum-FRAGA-probidadesAlém da charge (imagem acima) e de suas tradicionais frases, o colunista Fraga apresenta suas “ignorâncias”. “Não sei porque as nuvens se desmancham pra vir até a gente. Não sei, igualmente, porque é que o mal-me-quer e o bem-me-quer não deixam de ser duas possibilidades numa sondagem de amor e não se tornam duas espécies distintas de flor. Não sei de onde as pálpebras tiram tanto sono quando a noite vai longe. Não sei como é que não pode uma bola de neve ficar menor se rolada de volta aclive acima.”

E no artigo “Nunca a história precisou tanto do jornalismo”, Magda Almeida afirma que o mundo pode estar diante de um novo Holocausto. “Há quase 60 anos,  o mundo em geral e a Europa em particular faziam cara de paisagem diante dos horrores de Auschwitz e Treblinka, apenas para citar estes últimos, ignorando a tragédia que se abatia sobre milhões de seres humanos condenados à morte nos campos de concentração e a uma diáspora que separou famílias e espalhou mundo afora legiões de refugiados em fuga das loucuras humanas. Sabemos o resultado desse descaso, que agora teima em se repetir”, registra, ao citar o caso dos refugiados na Europa.

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