Marcel Proust e seu “Em Busca do Tempo Perdido” voltam ao centro das atenções do colunista J. A. Moraes de Oliveira. Desta vez, J. A. reflete sobre os hábitos do escritor, como o de escrever à noite, recluso em uma sala forrada de cortiça, e destaca o que apresenta como “um curioso paradoxo”; “O romance que os críticos comparam com uma majestosa catedral foi construído a partir de um prosaico gesto – o momento em que ele molha uma madeleine na xícara de chá, o que lhe desperta uma torrente de lembranças da infância e adolescência”. Vale conferir o texto, sob o título “Como um corvo ferido”.
E se na semana de Carnaval, a rotina de trabalho no comércio, indústrias e órgãos públicos mantivesse o mesmo ritmo de qualquer outro período? Isso acontece em cidades da Serra como Caxias do Sul. “Numa tarde qualquer de fevereiro de 2004 eu enviei para a editoria de Indústria da Gazeta Mercantil, em São Paulo, uma intenção de pauta mais ou menos assim: Enquanto o Brasil todo se prepara para se divertir sob o reinado de Momo, indústrias, comércio, a área de serviços e a rede municipal de ensino de várias cidades da Serra Gaúcha vão funcionar normalmente durante toda a semana de Carnaval. Conto esta história em 60 linhas. Meia hora depois, recebo e-mail de uma desconfiada subeditora: “Como assim? O pessoal não gosta de Carnaval?””. Leia a íntegra do artigo “A lógica invertida no Carnaval”, de Guilherme Arruda.

