Em sua coluna semanal, a jornalista Grazielle Araújo destaca a identificação dos profissionais com os trabalhos que realizam. Ela afirma: “Quando o trabalho é para divulgar um produto que me apaixonei, quase penso em fazer permuta. Brincadeira, mas que dá vontade, ah dá! É muito melhor escrever tendo a experiência da compra, do uso, do teste. Avançamos da relação de cliente/assessoria para uma relação mais real. Me sinto mais fiel aos colegas quando indico e divulgo algo que assino embaixo. Me torno uma vendedora”. Para ler o texto na íntegra, clique aqui.
Nenê Zimmermann aborda em sua coluna as diferentes formas de se fazer uma pessoa mudar de opinião. Uma delas é a utilização de argumentos plausíveis e coerentes. Conforme Zimmermann, “outra maneira de argumentar que obteve bons resultados, mas também se mostrou como algo desastroso é a insistência. Em alguns casos, usuários conseguiram convencer outra pessoa após um longo debate. Porém, na maioria das vezes, isso se mostrou como algo chato e desnecessário”.
No artigo intitulado “Comunicação no WhatsApp está criptografada. E agora?”, o advogado Caio César Carvalho aborda a decisão do aplicativo WhatsApp de criptografar as mensagens enviadas pelos seus usuários. Ele questiona se será possível, após esta decisão, cumprir as medidas judiciais em torno do que se é publicado no aplicativo. Para Carvalho, “com essa declaração pública do WhatsApp de que não mais será possível cumprir ordens de interceptação do fluxo das comunicações, não será novidade se, em breve, tivermos novas decisões determinando o bloqueio da aplicação em todo o território nacional, e, em situações extremas, até mesmo a prisão de altos executivos da companhia”.

