O que a opinião pública avalia como “bom prefeito”, segundo a classificação do Instituto Pesquisas de Opinião (IPO), pauta a coluna de hoje da cientista política Elis Radmann. A partir de três lógicas, apresenta um “tripé de gestão” ideal, composto por macroáreas de atuação. “O bom Prefeito não é aquele que faz mais obras, que trabalha mais no seu gabinete ou que gasta muito em comunicação. O “bom Prefeito” é o “bom pai”, neste caso, “o pai da cidade”. Não instigo a analogia com paternalismo clássico da política brasileira (por mais que este princípio esteja na veia da cultura política da sociedade e nutra esta premissa)”, observa.
Em “O Brasil de Darwin”, o advogado e médico Luiz Octávio Vieira escreve a respeito das evoluções no território brasileiro. Dentre os pontos que aborda, menciona as características de alguns viventes. “Em horas assim, muitos se perguntam a razão pela qual o brasileiro comum é tão inerte, tão passivo? Sociedades outras há que reagem, se indispõem e definitivamente não aceitam os desmandos dos homens públicos”, afirma.


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