Atos simples e banais, mas prazerosos são lembrados por Márcia Martins em sua coluna desta semana. “Quando aquele céu cinzento típico de outono começa a se desenhar na janela e orifícios das casas e apartamentos, nada melhor do que folhear as páginas dos livros, que há tempos aguardam empoeirados na estante para serem tocados e manuseados. Tire a poeira do Mario Quintana, do Caio Fernando Abreu, do Fernando Moraes, do Mário Magalhães, do Javier Moro. Deixe-os felizes”, escreve em “O ócio e os prazeres das tardes e noites de outono”.
Quando uma mensagem não chega de forma eficaz ao seu público, na comunicação empresarial diz-se que há um ruído. As falhas que levam a ela são abordadas em artigo assinado por Gabriel Bocorny Guidotti, bacharel em Direito e estudante de Jornalismo. “Lidar com uma gama de pessoas plurais não é atividade fácil. Há profissionais que optam por ficar isolados, como numa ilha, e, quando solicitados a compartilhar seu conhecimento, não aceitam ingerências internas do setor de comunicação. Há também comunicadores com uma visão ultrapassada. Pesquisa de opinião, por exemplo, “é coisa de RH”. A afirmação é equivocada, ainda mais se um relações-públicas, um administrador, ou mesmo um jornalista, compuser a equipe.” Leia em “Ruídos na comunicação empresarial”.

