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Leia hoje em Coletiva.net a Coluna do Nenê e artigos sobre terceirizações e o trabalho dos social media e jornalistas

Palindromania é o nome que Fraga dá a sua coluna de hoje, que ele mesmo caracteriza como comemorativa, numa referência à exposição que inaugurou esta semana no Centro Cultural Erico Verissimo. Tem muitas pérolas, como “Nos dê ele, Pelé: Edson”, dedicada a Edson Arantes do Nascimento, e “Rosne, censor!”, que dedica a Chico Buarque. Vale conferir estas criações que estão na mostra “Fraga. 44 anos na mesma tecla”.

Nenê Zimmermann dedica a sua coluna de hoje ao Dia das Mães e sua origem. “Desde a Idade Antiga, há relatos de rituais e festivais em torno de figuras mitológicas maternas e de fenômenos como a fertilidade. Na Idade Média, havia também muitas referências a respeito da figura da Mãe, sobretudo o simbolismo judaico-cristão com as figuras de Eva e Maria”, detalha na Coluna do Nenê.

Bianca Persici Toniolo, relações-públicas e diretora Comercial e de Planejamento da Bit Conteúdo, explica no artigo de hoje as virtudes do trabalho de um social media. “Ter sido responsável pela publicação em redes sociais corporativas ou institucionais não faz de ninguém um social media. É preciso muito mais do que isso. É indispensável conhecer a fundo as plataformas e suas ferramentas, ser criativo na produção e na curadoria de conteúdos e, sobretudo, ser estrategista e bom planejador”, afirma no artigo O que é um social media?

O polêmico projeto das terceirizações é o tema do artigo de Vilson Antonio Romero, diretor da Associação Riograndense de Imprensa e conselheiro da Associação Brasileira de Imprensa. Para ele, com a aprovação, se abre um espaço para fraudes nas relações de emprego. “No texto aprovado em 28 de abril na Câmara dos Deputados, terceirização é definida como ‘a transferência feita pela contratante da execução de parcela de qualquer de suas atividades à contratada para que esta a realize na forma prevista nesta Lei’.  Este é o pior cenário: a possibilidade de serem contratadas empresas para exercer as atividades-fim da empresa tomadora”, explica em Terceirizem quem?.

No artigo de Sylvia Debossan Moretzsohn, jornalista, professora e escritora, a falta de publicações de jornalistas sobre o seu mundo é lamentada. A autora lembra de alguns trabalhos e eventos organizados sobre o tema. “Não se trata de falar apenas sobre o próprio sofrimento, resultante do trabalho nessas “fábricas de produzir infelizes” em que se transformaram as redações – e a referência, evidentemente, não se limita a esse campo de atuação, pois a produção de infelizes é própria de um sistema baseado no trabalho alienado –, mas de dar seu testemunho sobre o que viveram e vivem ali”, conta no texto E se os jornalistas resolvessem falar?

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