Em sua coluna de hoje, Ernani Ssó escreve sobre o lançamento do livro “A elite do atraso – Da escravidão à Lava Jato”. A obra faz parte da trilogia que abarca as publicações “A ralé brasileira”, de 2009, e “A tolice da inteligência brasileira”, de 2015. O autor espera que, na continuação dos escritos, as classes abastadas sejam postas contra a parede. “Espero também que algum amigo me empreste A elite do atraso ou me dê de presente. “Devido justamente ao atraso proporcionado pela dita elite, me falta a grana pra comprá-lo”, critica, com ironia.
O co-fundador do aplicativo Celcoin, Adirano Meirinho, questiona, no seu artigo, o uso de influenciadores digitais por agências e equipes de Marketing. O profissional acredita que a utilização desta modalidade é negativa, fazendo parte da sociedade do espetáculo teorizada pelo escritor Guy Debord. Mesmo criticando as empresas que empregam influencers, Meirinho acredita que estes perderão força com o tempo. “Quanto será necessário para que as pessoas e as marcas percebam que seu número de seguidores não significa nada além de um número?”, questiona.


*As discussões estão sujeitas à moderação. Antes de comentar, leia nossa Política Editorial