A qualidade das produções jornalísticas de hoje é questionada por Márcia Martins. Mesmo numa era de grande acesso à informação, jornalistas e repórteres acabam confundindo o consumidor da notícia, ao invés de ajudá-lo: “Havia decidido escrever a coluna desta quarta-feira sobre pequenos erros e equívocos que a imprensa gaúcha comete no dia a dia em coisas tão simples e banais, que bastaria conferir melhor a informação que vai repassar ou recorrer ao Tio Google para dirimir qualquer dúvida”, discorre Márcia.
Na semana em que se comemora a primeira transmissão radiofônica no Brasil, o jornalista Hamilton de Almeida apresenta o artigo “O que se deveria comemorar em 16 de julho”. Suas palavras refletem sobre o acontecimento, que, apesar da proeza ter acontecido primeiramente no Brasil, não é reconhecida como tal: “Para o Canadá, Fessenden é o “Pai do Rádio” porque ele fez uma transmissão de voz sem fio em dezembro de 1900. Padre Landell antecipou-se a Fessenden. Ainda assim o 16 de julho não figura em nenhum calendário oficial…”, revela o jornalista.

