O jogo de palavras, muitas vezes utilizado para a comunicação, é comentado pelo colunista Ernani Ssó, que traz o posicionamento de Jacques Lacan, “o amor é dar o que não se tem a alguém que não o quer”, retratado em obra da historiadora e psicanalista Elizabeth Roudinesco. O colunista também faz referências à crítica cinematográfica que, ao invés de avaliar as produções, reduz seu trabalho a um relatório de contabilidade. Leia estas opiniões na coluna que leva o título “Conto capitalista”.
Em texto sob o título “Mandioquinhas”, o colunista Mário de Almeida elabora uma lista de enunciados proferidos pela presidente Dilma Rousseff que apresentam equívocos e erros de concordância. “Sabedor que ela tem diploma universitário, fica difícil absolvê-la de tantos malfeitos com o idioma, inclusive a onipotência de haver se nomeado presidenta”, escreve, para em seguida citar “algumas pérolas pescadas no seu mar de ignorâncias”.
A internet propiciou uma ampliação da interação social entre pessoas e, em seu artigo “Interação social a favor da marca”, Fernando Adas comenta que não são somente as pessoas que buscam dividir seus momentos e atividades com os internautas das mídias sociais, mas também as marcas buscam maior contato e reconhecimento. “As campanhas publicitárias estão adotando cada vez mais mídias complementares, ou seja, o uso de vários meios de comunicação ao mesmo tempo no processo de relacionamento com clientes e consumidores. As mídias sociais cumprem o papel de despertar o interesse de consumidores, motivando-os a conhecer melhor a oferta e a marca e transmitir conteúdos”, afirma o publicitário.


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