Um velho maquinista perto da aposentadoria relembra as aventuras que passou do alto da locomotiva 605, no texto do colunista José Antônio Moraes de Oliveira. “Manoel Seixas sentia que os bons tempos haviam ficado para trás. Colecionara boas recordações das viagens para a fronteira e tantas histórias que ouvira dos passageiros e dos antigos chefes-de-estação. Histórias que nunca foram escritas e que, aos poucos, caíam no esquecimento”, conta o publicitário, na coluna sob o título “Comendo lenha e soltando brasa”.
Na coluna “A união faz a força”, Júlio Sortica comenta sobre a relação do jornalismo com a publicidade no mundo virtual. “Por este sistema, um mesmo anúncio apresentado de forma simultânea em 65 portais é capaz de atingir 25 milhões de leitores por mês. Ora, sem dúvida, é uma constatação fantástica. Essa é a ideia do Digital Premium Jornais. Gosto destas boas e ousadas iniciativas, partam de onde partirem”, afirma o colunista.
O artigo de Márcia Fernanda, “Always pra sempre”, traz um episódio pela qual passou em uma viagem ao Egito. A partir dele, mostra como o poder de uma marca pode aparecer nas situações mais inusitadas. “Se você ainda duvida do poder que uma marca tem de saltar da embalagem como a mais salvadora das criaturas, transformar a sua aflição momentânea numa experiência de compra inesquecível e em função disso, figurar pra todo o sempre na sua lista de compras”, relata a publicitária, especialista em gestão de marcas.

