O colunista Ernani Ssó simula ser entrevistado pelo Corvo, de Edgar Alan Poe, sobre seu novo livro, “Como o diabo gosta”, em que pontuam sexo e humor, embora, como ele mesmo cita, um autor já tenha dito que “sexo e humor são uma mistura pior que limonada com mocotó”. À pergunta do Corvo, se ele não tem medo de ser acusado de pornógrafo, Ernani registra: “Não. No meu romance o sexo é importante, mas não se limita ao que o inolvidável Edélsio Tavares chamava de aquilo-naquilo, que é, acho, o que diferencia o pornô do erótico. Eu lido com gente que, entre outras coisas, vai pra cama às vezes, não lido com dois bonecos que transam sem parar, com posições forçadas pra ficar tudo explícito na tela”. Vale conferir a autoentrevista sob o título “50 tons de vermelho”.
Na coluna “Que país é esse?”, Mario de Almeida discorre sobre certos comportamentos dos políticos brasileiros. “Certas coisas são difíceis de entender e, para entendê-las, a lógica não é o melhor caminho. Enquanto alguns réus condenados no “mensalão” já até cumpriram suas penas, um crime igual, precursor deste, ainda em julgamento (sic) – o “tucanato mineiro” não encontrou o seu devido “finalmente””, afirma o colunista.
O acadêmico de Jornalismo e bacharel em Direito Gabriel Bocorny Guidotti comenta sobre a realidade dos estudantes de Nível Superior que, ao contrário daqueles que finalizam o Ensino Médio, devem trilhar o próprio caminho. “O aproveitamento do ensino superior está diretamente relacionado ao caráter de cada um. Não se trata mais de uma escola de ensino médio, em que o final será igual para todos. O aluno de graduação precisa estar atento desde o primeiro dia de aula”, escreve no artigo “O perfil vencedor”.

