Após o falecimento da “Rainha do crime”, como José Antônio Moraes de Oliveira se refere à escritora Agatha Christie, acreditava-se que a literatura policial havia acabado. Mas o colunista afirma que outros grandes nomes a sucederam, “um ano antes, a Rainha do Crime publicara Cai o Pano, a última novela de seu memorável detetive Hercule Poirot. Enquanto isto, do outro lado do Canal da Mancha, chegava às livrarias de Paris Maigret e Monsieur Charles, de Georges Simenon, a derradeira aventura de outro grande detetive, o Comissário Jules Maigret”. Leia a íntegra em “A volta de Poirot”.
O artigo de Carlos Roberto Saraiva da Costa Leite relembra a história da Associação Riograndense de Imprensa (ARI), que permeia diversos fatos ocorridos no Estado. “Tem a sua trajetória marcada por fatos relevantes e curiosos, como o que ocorreu, na capital gaúcha, em 9 de setembro de 1941. Naquela ocasião, a população vivenciava um período de angústias e de incertezas: transcorria a Segunda Guerra Mundial (1939 -1945), e Porto Alegre estava sob o impacto da “Enchente de 1941″ que havia atingido o seu ápice no mês de maio daquele ano”, comenta, no texto “1941: Uma Noite de Gala com a Associação Riograndense de Imprensa”.

