Ao transitar com mais assiduidade pelas ruas da capital gaúcha, tenho visto cenas desoladoras, escreve a colunista Márcia Martins, em um texto em que lamenta em que “a cidade onde nasci e na qual optei diversas vezes em permanecer sob a sua proteção, parece que não dá a mínima importância para os que nela habitam. Assim Porto Alegre suja as suas praças, enfeia seus parques, empobrece seus empresários e consumidores, permite desníveis nas suas calçadas”. “Triste demais”, enfatiza, na coluna sob o título “Porto Alegre não sorri mais”.
Na contramão de lendas políticas, a cientista política Elis Radmann afirma em sua coluna que o leitor sabe votar, sim. Com base em pesquisas realizadas pelo IPO – Instituto Pesquisas de Opinião, Elis conclui que “existe sempre uma razão que direciona o voto dos eleitores, seja ela ideológica, partidária ou pessoal. Em torno de 80% das escolhas eleitorais dos gaúchos são motivadas por avaliações e percepções intuitivas e emocionais em torno das imagens constituídas pelos candidatos, o voto personalista ocorre com a conivência ou com o apoio dos partidos políticos”. Confira na coluna, com o título “O eleitor sabe votar!”. .
Ao avaliar um estudo da Associação Mundial dos Editores de Jornais, Jorge Salhani comenta em artigo que a circulação dos jornais impressos passou a ser, pela primeira vez, sua principal fonte de receita, superando a publicidade. E mostra também que a circulação dos cinco maiores jornais impressos brasileiros viu aumento no primeiro quadrimestre de 2015, de acordo com pesquisa do Instituto Verificador de Comunicação (IVC). Confira os números e análises no texto “Receita de banca supera a de publicidade”.

