Orson Welles, nascido há exatos 100 anos, é o homem que inventou o viral, afirma o colunista José Antônio Moraes de Oliveira, ao relembrar o episódio da noite de domingo, em 1938, quando ele transmitiu programa radiofônico tendo como tema “A Guerra dos Mundos”. Em meia hora, espalhou o pânico pela região: “Foi como em uma epidemia, com boatos varrendo o país, alarmando a todos, mesmo quem não ouvira o rádio nem sabia da falsa invasão. Orson Welles era um estudioso das emoções humanas e certamente não se surpreendeu com o pânico que provocou”, escreve J. A. Confira a coluna, com o título “O pastor e o rebanho”.
O jornalista Júlio Sortica registra em sua coluna um desabafo que é, ao mesmo tempo, sugestão de pauta tendo como foco o processo de participação dos Voluntários nas Olimpíadas 2016 no Rio de Janeiro. “Com objetivo de viver uma experiência de vida e também satisfazer a curiosidade de jornalista”, ele se inscreveu como voluntário – e se decepcionou por conta dos termos do contrato entre as partes. “Fiquei pensando se eu não seria mais um “boi de piranha” pagando para ser voluntário. Afinal, teria que pagar minha passagem e ficar hospedado em algum hotel duas ou três estrelas, comendo no bandejão e ganhando vale-transporte para me deslocar até os locais de trabalho”. Vale conferir as decepções que ele relata no texto “Voluntariado explorado na Olimpíada 2016”.
Branding, ou gestão da marca, está no foco do artigo do executivo Hélio Moreira. “Trata-se de uma série de estratégias de planejamento que ajuda os empreendedores a definirem algumas questões essenciais em relação ao seu negócio, como diretrizes que guiam a gestão e o relacionamento com o mercado, a imagem projetada para o público e, ainda mais importante, a experiência e o engajamento”, escreve. Confira no texto sob o título “Branding ajuda empresas a se diferenciarem”.

