Após quase um ano e meio de trabalho pela GloboNews, no Rio de Janeiro, onde chegou em março de 2020, Mateus Marques, prepara-se para assumir uma nova função. Ele será o repórter dedicado da capital carioca ao novo telejornal da emissora ‘Conexão GloboNews’. Além de trazer os principais assuntos da cidade em entradas na rua, participará de apresentações de quadros no estúdio. O programa ocupará a faixa entre às 9h até às 13h.
O ‘Conexão’ unirá âncoras em diferentes cidades: Camila Bomfim (Brasília), José Roberto Burnier (São Paulo) e Leilane Neubarth (Rio de Janeiro). Apesar de a data de estreia ainda não estar confirmada e algumas participações ainda estarem sendo planejadas, Mateus já está em processo de gravação.
Com expectativa positiva, o jornalista comentou, em conversa exclusiva com a equipe do Coletiva.net, sobre o seu momento ao lado de Leilane Neubarth. “Ter tido esse crescimento tão rápido e, em breve, poder dividir um estúdio com ela, ao vivo para todo país, é algo muito significativo e dá um gás para seguir em frente nessa nossa profissão cheia de desafios.”
Adaptação em terras cariocas
Depois de chegar alguns dias antes do início da pandemia e, com isso, realizar a cobertura de um momento histórico, Mateus acredita que aprendeu muito. Apesar da crise sanitária ter trazido dificuldades à adaptação ao novo endereço, ele acredita que a mudança, exatamente nesse período, o fortaleceu profissionalmente. “Tive muitas vezes que ir me virando sozinho por não poder estar lado a lado fisicamente com meus colegas. Hoje a rotina na redação já está um pouco mais normal, seguindo, claro, todos os protocolos de segurança”, comentou.
Além de reportagens para a GloboNews, esporadicamente, Mateus também entra ao vivo na grade da Rede Globo, principalmente nos jornais locais, mas também nacionais, como o ‘Jornal Hoje’. Entre os trabalhos marcantes até aqui, ele ressaltou um incêndio em um hospital e o desabamento de um prédio em uma comunidade carioca. “Por oito horas entrei ao vivo praticamente sem pausas. Entradas que, às vezes, passavam de 20 minutos. Tudo na hora, tendo que apurar, mostrar o que estava acontecendo e repassar isso para o telespectador”, lembrou.

