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Enquanto aguarda análise de sua consultoria jurídica para saber que parâmetros adotar em relação à emissão do registro profissional de jornalista, o Ministério do Trabalho abre discussões. A ideia surgiu em função da suspensão do Supremo Tribunal Federal pela não-obrigatoriedade do diploma. “Vamos abrir frentes de discussão para saber que rumos devemos tomar”, conta o coordenador de Comunicação do ministério, Max Monjardim.
O presidente da Federação Nacional de Jornalistas (Fenaj), Sérgio Murillo de Andrade, foi recebido no final da tarde de terça-feira, 24, pelo ministro Carlos Luppi, e afirmou que “ele deixou claro que não vai abrir mão de continuar controlando a expedição dos registros.” Ainda segundo Andrade, Luppi entende que o jornalismo é uma profissão regulamentada e por isso é prerrogativa do Poder Executivo controlar a emissão de registros.
O ministro deve receber novamente a Fenaj em 15 de dezembro, para dar continuidade à conversa. Ele também vai consultar a Advocacia Geral da União (AGU) sobre a questão.

