A direção do Ministério Público do Rio Grande do Sul recebeu no final desta manhã um grupo de 12 jornalistas e dirigentes de veículos de comunicação para detalhar a forma como foi construído e os investimentos feitos no edifício-sede da instituição, construído às margens do Guaíba, na rua Aureliano de Figueiredo Pinto, 80. “Fizemos questão de ter este encontro com os formadores de opinião, pois são vocês que viabilizam nosso contato com a comunidade”, disse o Procurador-Geral de Justiça Roberto Bandeira Pereira. “É um exemplo do respeito que temos para com a imprensa”, acrescentou.
Ele procurou ser detalhista ao apresentar todos os números sobre a construção do conjunto de dois prédios que têm, no total, 25 mil metros quadros que abrigam escritórios, estacionamentos, biblioteca e um auditório para 600 pessoas. A característica principal do edifício está na tecnologia de automação empregada, envolvendo um conjunto de controladores instalados por todo o prédio, o que, a médio prazo, assegura uma economia em escala no consumo de itens essenciais, como energia elétrica. Por tudo, o conjunto está sendo apresentado como o prédio público mais moderno do Estado, com 60 câmeras de vídeo (inclusive em elevadores), leitores de cartão e gerador de emergência.
Bandeira não perdeu a oportunidade para falar também sobre o posicionamento do Ministério Público em relação às conclusões do Pacto pelo Rio Grande, movimento liderado pela Assembléia Legislativa no sentido de reduzir o déficit estrutural no orçamento do Estado. Disse que os promotores não concordam com o resultado final, que implica em redução de R$ 50 milhões por ano no orçamento do MP, o que “certamente dificultará e trará prejuízos à prestação do serviço público devido por nós”.

