Nesta última quarta-feira, 8, o Ministério Público Federal do Rio Grande do Sul ajuizou ação civil pública contra o Banco do Brasil (BB) e a União solicitando que o comercial da instituição financeira – criado pela agencia WMcCann – volte a ser veiculado. O processo estipula R$ 51 milhões por dano moral coletivo, valor que será revertido para campanhas contra o racismo e a discriminação contra a população LGBTQ+. O pedido é do procurador regional dos Direitos do Cidadão, Enrico Rodrigues de Freitas, e do Nuances – Grupo Pela Livre Expressão Sexual.
Ao longo do texto, o Ministério Público cita que, com o veto à propaganda, consolidou-se “ofensa à Constituição da República, que veda o preconceito com base em raça ou orientação sexual e de identidade de gênero, o que inclui o preconceito denominado LGBTQfobia, bem como qualquer discriminação atentatória dos direitos e liberdades fundamentais.”
A campanha do Banco do Brasil, voltada ao público jovem, incentivava o consumidor a abrir uma conta no BB por meio do aplicativo da instituição financeira. Na produção, o filme trazia consigo a diversidade do povo brasileiro com atores e atrizes brancos, negros, pessoas descoladas e tatuadas.
O vídeo pode ser conferido através deste link.

