Na última quinta-feira, a Organização dos Estados Americanos informou que o número de homicídios de jornalistas dobrou na América Latina no último trimestre. Segundo um relatório do departamento da Comissão Interamericana de Direitos Humanos da OEA, sete jornalistas foram assassinados entre o início de julho e final de setembro. Brasil e Colômbia tiveram dois casos cada e os restantes foram de México, Venezuela e Guatemala. Um repórter da cidade de Mondoya, no México, foi considerado desaparecido. Em 2005, 14 jornalistas foram assassinados enquanto exerciam sua profissão, de acordo com o CIDH.
O relatório informa que as mortes são um sinal de enfraquecimento da liberdade de expressão. Sem indicar um país específico, a comissão afirma que há uma forte tendência de intolerância a críticas no continente.


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