Roberto Cabrini, do SBT, defendeu que os repórteres precisam sair da vala comum para gerar impacto social, a função do Jornalismo. A declaração do profissional encerrou a série de atividades do 24º Congresso da Associação Gaúcha de Emissoras de Rádio e Televisão (Agert) desta quarta-feira, 25, em Canela. “A perseguição pela contribuição social é também um exercício de autocrítica”, disse.
Há quase 40 anos no mercado, pontuou que a razão para atuar com Jornalismo é a vontade de melhorar a situação brasileira e global, “senão não faz sentido”. Em sua carreira, com passagem pela Rede Globo, como repórter local e de rede, produziu 120 documentários e mais de 130 mil reportagens. “Todos os dias tentam manipular nosso trabalho. O repórter tem que respeitar a fonte, mas não pode se tornar refém dela.”
Defensor do rádio, relembrou da atuação na Voz de Piracicaba, onde teve a oportunidade de dar início à sua carreira aos 16 anos. Desde então, assegurou que defende os pequenos veículos, pois foi a partir dele que conquistou contratações maiores. “Mude o pequeno para pensar no grande. É essa a revolução a ser feita.”


