“A Lei de Imprensa tem seu valor na sociedade, pois, às vezes, as pessoas deixam de respeitar a Constituição Federal. Então, é importante para se ter um parâmetro do que pode ser feito ou não, e para isto ela tem seu papel”, disse o presidente do Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Rio Grande do Sul, José Maria Nunes. Para ele, quem se beneficia com a revogação de alguns artigos da lei são apenas as empresas jornalísticas. “O momento é de ampliar o debate sobre o tema, levantando discussões sobre a reformulação da legislação que rege os atos da Imprensa, que tem que ser feita, pois não contempla a profissão”, avalia.
Nunes lembra que o debate sobre a Lei de Imprensa será ampliado em reunião programada para acontecer no final de março, em Florianópolis, junto à Federação Nacional dos Jornalistas (Fenaj) e a outros 31 sindicatos estaduais.

