Em entrevista ao programa Gaúcha Atualidade, na manhã desta sexta-feira,
Yeda também afirmou ao jornalista André Machado que já havia enfrentado ações do gênero como deputada. Na época, abriu processo com outros deputados e ganhou com o argumento de ser “propaganda antecipada e ofensiva”. “Campanhas desse tipo não olham para as pessoas, elas passam sobre o humano, o respeitoso.” E completou: “É um instrumento antigo, autoritário, de quem não gosta de democracia. Eles não respeitam o conceito de ética. Isso é tão fora de época, é tão desconectado com o mundo aberto, o mundo da informação, da internet.”
A governadora disse acreditar que há partidos políticos por trás da iniciativa e que não pretende impedir a colocação dos cartazes nas ruas. “O povo não merece. Isso é tão antigo, me lembra a Segunda Guerra Mundial. Eu nasci nessa época e vivi a tentativa de reconstrução mundial. E quem não conhece democracia? Me surpreende a ação ser assinada por pseudo-educadores. Se educação é isso, nós não estamos lá muito bem.”
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