O trabalho da Press Revisão chega à Europa. A empresa de Guaíba assessorou o livro ‘Indesejada: a magia da vida e da morte’, da escritora e jornalista Susana Vernieri. Além desta, que já está pronta, há uma segunda obra a ser revisada. Os exemplares serão publicados em Portugal, pela editora Chiado Books, do grupo Atlântico Editorial. Esta é a primeira ação com alcance internacional da Press.
Para Luís Augusto Junges Lopes, sócio-fundador da Press Revisão, foi uma alegria revisar uma publicação da autora lançada no continente europeu e receber um original. “Foi um marco importantíssimo nesta trajetória profissional. Imagina: quem diria que a Press Revisão estaria revisando uma obra que seria lançada não só em Portugal, como também em Angola e Cabo Verde, além, é claro, no Brasil!”. A empresa está no aguardo dos originais do próximo livro de contos ‘O pássaro’, o qual já está na lista de autores no site da Chiado Books.
Esta não é a primeira vez que a Press Revisão trabalha com Susana. O empreendimento já havia colaborado com o livro infantil ‘Rosa – A Gata Limpeza’, pela Libretos, de 2016, e com o de crônicas ‘Horizonte Monótono’, lançado neste ano pela editora Calypso.
Grato pela confiança e entusiasmado com a parceria, o diretor destaca: “O mais legal disso tudo foi que eles respeitaram e aceitaram a grafia da língua portuguesa que nós fazemos uso no Brasil, que é, evidentemente, um pouco diferente da usada em Portugal.” Luís Augusto lembrou que a Press já havia trabalhado em duas obras com lançamento nacional, ambas em 2019: ‘Um tiro. Um caso’, da paulista Priscila Bisker, e ‘O Sal – Nossa riqueza, sua história, minha vida!’, de José Antunes Gonçalves, de Cabo Frio, no Rio de Janeiro, mas este foi o primeiro em nível internacional.
Gaúcha de Porto Alegre, Susana Vernieri é autora de 17 livros, entre poesia, conto, romance, novela, crítica literária, infantil e infantojuvenil. Recebeu dois prêmios: Prêmio Açorianos da Prefeitura de Porto Alegre, em 2009, pelo livro ‘As grades do céu’, e Prêmio Jordão Emerenciano, em 1998, pela obra ‘O Capibaribe de João Cabral em O rio e o Cão sem plumas: Duas águas?’.

