A principal conquista da Notório em 2023, segundo o fundador e CEO, Lucas Dalfrancis, foi a chegada da consultoria em São Paulo, quando a empresa abriu mercado na região Sudeste, ampliou a carteira de clientes e incorporou novos serviços ao seu mix de produtos. Em conversa com a equipe de reportagem de Coletiva.net, o jornalista contou que a Notório iniciou uma operação no estado atendendo sudestino por ser uma demanda existente e agregou contas públicas de valor ao seu portfólio. Além disso, lembrou que em 2023 a empresa iniciou o ano com um time formado por três pessoas; a equipe, porém, encerrou com 13 colaboradores.
Segundo Lucas, 2023 pode ser definido como um ano de crescimento saudável, com maturidade, solidez e olhar sistêmico, pois é necessário olhar para fora: o mercado, os clientes e para o movimento da sociedade; e para dentro, porque o gestor considera o capital humano da empresa como a soma dos resultados da Notório. “Na contramão de uma economia em crise, ganhamos contas significantes, de marcas líderes, contratamos profissionais e aprimoramos fluxos e processos”, afirmou. Para ele, o ano passado foi de experimentação, erros, aprendizado e avanço.
Lucas disse que 2023 terminou com a certeza de que o mercado está cada vez mais aquecido e exigente. Ele comentou que há espaço para profissionais que vivem o cliente “de forma visceral”, do começo ao fim. “É com essa consciência que temos investido em colaboradores dedicados, que buscam cuidar da interatividade das demandas de Comunicação de líderes, marcas, instituições e governos”.
A Notório iniciou suas atividades em junho de 2022, por isso o empresário revela não ter um comparativo numérico e percentual relativo ao ano anterior, mas afirmou que foram superadas todas as metas do planejamento estratégico de negócio. Lucas ainda comentou que a expectativa é seguir crescendo de forma saudável, com clientes satisfeitos e novas oportunidades alinhadas ao jeito de pensar e agir da empresa. “Neste ano, reafirmamos o nosso propósito de ser uma consultoria boutique de gestão de imagem, com parceiros que façam sentido para o nosso negócio e tenham uma contribuição à sociedade. Não é quantidade, é curadoria”, concluiu.

