Os jornalistas responsáveis pelas denúncias de corrupção envolvendo servidores do Banco Central e cargos de alto escalão de bancos particulares podem ter seus sigilos telefônicos quebrados. O procurador da República Bruno Acioli pretende ingressar com mandado de segurança visando obter detalhes sobre como foram obtidas as informações que motivaram as reportagens de Policarpo Jr. e Alexandre Oltramari, da Revista Veja, e Expedito Filho, do jornal O Estado de S. Paulo.
A Associação Brasileira de Imprensa (ABI) e a Associação Nacional de Jornais (ANJ) afirmam que a quebra do sigilo telefônico dos jornalistas atenta contra a liberdade de expressão e os direitos constitucionais. O procurador ainda não decidiu ingressar com o mandado, já que tentativa anterior foi negada pela justiça.

