Este foi um ano difícil para a Impresul, mesmo tendo sido melhor que o anterior. Fernando Garbarski, sócio-diretor da empresa, confessou, em entrevista exclusiva ao Coletiva.net, que esperava que o período tivesse uma recuperação mais rápida. No entanto, a gráfica não conseguiu atingir o nível de produção de 2019, anterior à pandemia. Apesar disso, investiu e teve como destaque a impressão digital, que cresceu em torno de 50%. Desta forma, acredita o executivo, “hoje, a Impresul está muito competitiva”, afirmou.
De acordo com o gestor, essa competitividade foi alcançada devido ao aporte financeiro aplicado em tecnologia na área. Desta forma, a gráfica melhorou a produtividade e pode reduzir os preços. “Fizemos nosso dever de casa e estamos prontos para crescer.” Se o desenvolvimento em digital foi alcançado, na produção off set a meta caiu 15%. Assim, no balanço final, o faturamento ficou um pouco abaixo da meta geral.
Otimista, o executivo acredita, porém, que as perspectivas para 2022 são boas. Para ele, dois fatores colaboram para essa expectativa. O primeiro é que o mercado vem se recuperando nos últimos meses – de uma forma devagar, mas constante. As eleições nos estados e para presidente, conforme o sócio da Impresul, é outro ponto que influencia. “Então , tudo indica que será um ano bom para a indústria gráfica”, concluiu.

