Em um comunicado difundido em Viena, o diretor do IPI (Instituto Internacional da Imprensa), Johann P. Fritz, disse que muitos jornalistas morrem em decorrência dos conflitos bélicos que estão cobrindo, mas que é ainda maior o número daqueles que viram alvo de uma agressão que visa a silenciar seus trabalhos. Quarenta profissionais foram assassinados no ano passado enquanto investigavam casos de corrupção, tráfico de drogas ou atividades ilegais, informou. A maioria desses assassinatos fica impune e sem indícios de que as autoridades se esforcem para esclarecer os crimes. O IPI é a uma rede mundial de editores e jornalistas de 120 países.

